
A professora Joseane de Souza e o doutorando Gilnei Costa Santos, do programa de Políticas Sociais da UENF e do Núcleo Norte Fluminense do INCT Observatório das Metrópoles, participaram, de quarta até hoje (26 a 28/08/26), no Rio de Janeiro, da Oficina de Construção da Tipologia Socioespacial para analisar as metrópoles brasileiras. Cerca de 40 pesquisadores, integrantes da rede Observatório das Metrópoles em todo o Brasil, participaram da oficina. A iniciativa prepara as equipes para trabalharem com os dados do Censo 2022 do IBGE sobre segregação socioespacial, cuja divulgação está prevista para a próxima segunda-feira.
— Foi um treinamento da metodologia que usaremos para analisar os dados referentes às regiões Norte e Noroeste Fluminense — conta Joseane. Antes, porém, uma equipe do Núcleo Rio de Janeiro terá que compatibilizar informações entre os dois censos para permitir a comparação.
A professora Livia Miranda, que atua na coordenação do projeto Segregação Socioespacial das Metrópoles Brasileiras, lembra que essa é uma das “pesquisas fundadoras” do Observatório e que agora será possível traçar uma trajetória desde a década de 1980 até os dados de 2022. Segundo a pesquisadora, essas análises podem embasar a construção de políticas públicas importantes para as metrópoles brasileiras.